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      <pubDate>Thu, 26 Nov 2009 11:09:00 +0100</pubDate>
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         <title>BORBOLETAS</title>
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         <description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160; 
AS BORBOLETAS
&#160;
&#160;
&#160;
BRANCAS
AZUIS
AMARELAS
E PRETAS
BRNCAM
NA LUZ
AS BELAS BORBOLETAS
&#160;
BORBOLETAS BRANCAS
SÃO ALEGRES E FRANCAS
&#160;
BORBOLETAS AZUIS
GOSTAM MUITO DE LUZ
&#160;
AS AMARELINHAS
SÃO TÃO BONITINHAS
&#160;
E AS PRETAS, ENTÃO
OH, QUE ESCURIDÃO
&#160;
&#160;
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;...]]></description>
         <pubDate>Thu, 26 Nov 2009 11:09:00 +0100</pubDate>
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         <title>AS ABELHAS</title>
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         <description><![CDATA[&#160;
As abelhas


A AAAAAAAbelha mestra
E aaaaaaas abelhinhas
Estão tooooooodas prontinhas
Pra iiiiiiir para a festa.


Num zune que zune
Lá vão pro jardim
Brincar com a cravina
Valsar com o jasmim.


Da rosa pro cravo
Do cravo pra rosa
Da rosa pro favo
Volta pro cravo.


Venham ver como dão mel
As abelhinhas do céu!
&#160;]]></description>
         <pubDate>Thu, 26 Nov 2009 11:01:00 +0100</pubDate>
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         <title>RAZÃO DE SER</title>
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         <description><![CDATA[&#160;
RAZÃO DE SER

Escrevo. E pronto.
Escrevo porque preciso,
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece, 
E as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
Quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por quê?

Paulo Leminski]]></description>
         <pubDate>Thu, 26 Nov 2009 11:00:00 +0100</pubDate>
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         <category>Poesias</category>
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         <title>DESENCONTRÁRIOS</title>
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         <description><![CDATA[&#160;
DESENCONTRÁRIOS

Mandei a palavra rimar,
ela não me obedeceu.
Falou em mar, em céu, em rosa,
em grego, em silêncio, em prosa.
Parecia fora de si,
a sílaba silenciosa.
&#160;
Mandei a frase sonhar,
e ela se foi num labirinto.
Fazer poesia, eu sinto, apenas isso.
Dar ordens a um exército,
para conquistar um império extinto.

Paulo Leminski]]></description>
         <pubDate>Thu, 26 Nov 2009 10:59:00 +0100</pubDate>
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         <category>Poesias</category>
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         <title>ATRASO PONTUAL</title>
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         <description><![CDATA[&#160;
ATRASO PONTUAL

Ontens e hojes, amores e ódio,
adianta consultar o relógio?
Nada poderia ter sido feito,
a não ser o tempo em que foi lógico.
Ninguém nunca chegou atrasado.
Bençãos e desgraças
vem sempre no horário.
Tudo o mais é plágio.
Acaso é este encontro
entre tempo e espaço
mais do que um sonho que eu conto
ou mais um poema que faço?
Paulo Leminski
&#160;]]></description>
         <pubDate>Thu, 26 Nov 2009 10:58:00 +0100</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AMOR BASTANTE</title>
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         <description><![CDATA[&#160;
AMOR BASTANTE

quando eu vi você
tive uma idéia brilhante
foi como se eu olhasse
de dentro de um diamante
e meu olho ganhasse
mil faces num só instante

basta um instante
e você tem amor bastante

um bom poema
leva anos
cinco jogando bola,
mais cinco estudando sânscrito,
seis carregando pedra,
nove namorando a vizinha,
sete levando porrada,
quatro andando sozinho,
três mudando de cidade,
dez trocando de assunto,
uma eternidade, eu e você,
caminhando junto

Paulo Leminski]]></description>
         <pubDate>Thu, 26 Nov 2009 10:57:00 +0100</pubDate>
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         <title>PARADA CARDÍACA</title>
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         <description><![CDATA[&#160;
PARADA CARDÍACA

Essa minha secura
essa falta de sentimento
não tem ninguém que segure,
vem de dentro.

Vem da zona escura
donde vem o que sinto.
Sinto muito,
sentir é muito lento.
&#160;
Paulo Leminski]]></description>
         <pubDate>Thu, 26 Nov 2009 10:57:00 +0100</pubDate>
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         <title>BEM NO FUNDO</title>
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         <description><![CDATA[&#160;
Bem no Fundo 


No fundo, no fundo, 
bem lá no fundo, 
a gente gostaria 
de ver nossos problemas 
resolvidos por decreto 

a partir desta data, 
aquela mágoa sem remédio 
é considerada nula 
e sobre ela — silêncio perpétuo 

extinto por lei todo o remorso, 
maldito seja que olhas pra trás, 
lá pra trás não há nada, 
e nada mais 

mas problemas não se resolvem, 
problemas têm família grande, 
e aos domingos saem todos a passear 
o problema, sua senhora 
e outros pequenos...]]></description>
         <pubDate>Thu, 26 Nov 2009 10:54:00 +0100</pubDate>
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         <title>FERNANDO VERÍSSIMO</title>
         <link>http://farolguimaraesrosa.webnode.com.br/news/fernando-verissimo/</link>
         <description><![CDATA[&#160;

&#160;



Ainda pior que a convicção do não, é a incerteza do talvez,
é a desilusão de um quase! É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata, trazendo tudo o que poderia ter sido e não foi.
&#160;
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase amou não amou.
&#160;
Basta pensar nas oportuidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem pelo medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no...]]></description>
         <pubDate>Thu, 26 Nov 2009 10:47:00 +0100</pubDate>
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         <title>Vinicius de Moraes</title>
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         <description><![CDATA[&#160;
Vinicius de Moraes

"São demais os perigos desta vida
Pra quem tem paixão principalmente
Quando uma lua chega de repente
E se deixa no céu, como esquecida
E se ao luar que atua desvairado
Vem se unir uma música qualquer
Aí então é preciso ter cuidado&#160;
Porque deve andar perto uma mulher..." 

&#160;]]></description>
         <pubDate>Thu, 26 Nov 2009 10:46:00 +0100</pubDate>
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